domingo, 11 de Outubro de 2009
SUGESTÕES DE LEITURA - NOVEMBRO E DEZEMBRO DE 2009
Obras contempladas neste vídeo:
* «ROTEIRO(S) DA ALMA», vinte autores
* «CRISÁLIDA» de Ana Palma
Mais informação sobre estes livros no website
da EDITORIAL MINERVA
domingo, 27 de Setembro de 2009
quarta-feira, 23 de Setembro de 2009
sexta-feira, 19 de Junho de 2009
CONVITE - sessão de apresentação pública

Editorial Minerva e os autores, têm o prazer de convidar V. Exª, família e amigos, para a sessão de apresentação da colectânea ROTEIRO(S) DA ALMA - conto & poesia, a realizar no dia 26 (Sábado) de Setembro de 2009, pelas 16:30 horas em
AUDITÓRIO CARLOS PAREDES
Junta de Freguesia de Benfica
Avª Gomes Pereira, 17 – Benfica – Lisboa
Acessos: Autocarros: 16C, 24, 50, 84
Coordenação da sessão e apresentação da obra e autores pelo “animador de ideias” Ângelo Rodrigues coadjuvado pelo “Mestre em História da Qualidade de Vida e da Boémia Contemporânea” von Trina. Intervenção dos autores. Momento musical por Cristina Estrompa e banda (canções).
Gratos pela honra da comparência
Formato: 21 x 13,5 cm
Páginas: 224
Capa: Miguel d'Hera
ISBN 978-972-591-757-2
Depósito Legal: 296181/09
AUTORES
Conto
Amândio Martins
Rosabela Afonso
João Brito Sousa
V. Capela Batista
Gracinda Valente Pontes
Arnaldo Guedes
Sara Madaleno
João Gama
Teresa Santos
Poesia
Isabel Rosete
Sérgio Fonseca
Leonor Bettencourt Bernardo
JCPáris
Paula
José Branquinho
Maria Helena Dinis Prata Tomás
Manuela Silva Neves
Júlia Brimbela
Maria Albina Martinho
Célia Bastos
Nota:
Os convidados dos autores deverão (de preferência)
adquirir a obra directamente aos mesmos. P.V.P.: 10 €.
PREÂMBULO
conto
«(...) Oscar Wilde escreveu duas frases que, na minha idiossincrasia, traduzem bem a necessidade e a importância espiritual de uma “outra vida” (ou dimensão desta) talvez mais autêntica e real que aquela a que estamos habituados e à qual estamos presos julgando – por vezes – ser a única: «a literatura antecede sempre a vida»; «o máximo na literatura é a realização daquilo que não existe». Podemos ser e ter tudo em Literatura, sobretudo aquilo que julgávamos não existir. “O que (ainda) não existe” – para aqueles que perderam a capacidade de sonhar, de imaginar - é a outra dimensão da Vida; quando narramos aos outros e a nós mesmos, os nossos desejos, utopias, sonhos, impossibilidades e vontades radicais, estamos a criar, como deuses, – no Olimpo da Literatura - aquilo que “não existia”. Também Fernando Pessoa(s) assumia, em termos de Vida-vivida, com mais autenticidade e sentido(s), pelo fingimento e com as máscaras (uma outra forma de imaginar e criar mundos), o primado da Vida-Literatura: “a literatura como toda a arte, é uma confissão de que a vida não basta”.
Escrever, seja o que for, com coerência, paixão, sentido(s) e capacidade de inovação, é cada vez mais difícil; vivemos rodeados de verborreias televisivas e outras de toda a espécie (sobretudo no plano da Educação e Ensino) – arriscamo-nos ao esgotamento e à de(s)ignificação dos rituais, do encanto, dos mistérios e da magia do Ver-a-Ler, das palavras-luz através das quais se vê o mundo – escre(ver) é ver, ver é contar... Recriar o mundo pela narrativa, é talvez uma das tábuas de salvação do Homem (...)».
poesia
«(...) A tentação primeira, perante a leitura de uma qualquer obra poética, deve ser a de nada lhe perguntar pois talvez nenhuma pergunta seja possível. Escreveu Eduardo Lourenço nessa maravilhosa obra chamada Tempo e Poesia: “Compreender a poesia é olhá-la sem a tentação de lhe perguntar nada. É aceitar o núcleo de silêncio donde todas as formas se destacam. A obra vale pela densidade de silêncio que impõe. Por isso os poetas que imaginam dizer tudo são tão vãos como as estátuas gesticulantes”.
Sabemos e sentimos que a Poesia é bem mais do que uma linguagem: energia-cósmica que impele a procura de nós, trilho do Graal, mística, amor, paixão, algo sagrado. No poema, as palavras não são palavras, são “outra coisa” que tem a força e o sentido de uma oração a todos os deuses. Fruir estes poemas-oração, é como descansar serenamente - e por magia - sobre as águas do Mar num dia calmo e ao crepúsculo (...)».
Ângelo Rodrigues
AUTORES
Conto
Amândio Martins
Rosabela Afonso
João Brito Sousa
V. Capela Batista
Gracinda Valente Pontes
Arnaldo Guedes
Sara Madaleno
João Gama
Teresa Santos
Poesia
Isabel Rosete
Sérgio Fonseca
Leonor Bettencourt Bernardo
JCPáris
Paula
José Branquinho
Maria Helena Dinis Prata Tomás
Manuela Silva Neves
Júlia Brimbela
Maria Albina Martinho
Célia Bastos
Nota:
Os convidados dos autores deverão (de preferência)
adquirir a obra directamente aos mesmos. P.V.P.: 10 €.
PREÂMBULO
conto
«(...) Oscar Wilde escreveu duas frases que, na minha idiossincrasia, traduzem bem a necessidade e a importância espiritual de uma “outra vida” (ou dimensão desta) talvez mais autêntica e real que aquela a que estamos habituados e à qual estamos presos julgando – por vezes – ser a única: «a literatura antecede sempre a vida»; «o máximo na literatura é a realização daquilo que não existe». Podemos ser e ter tudo em Literatura, sobretudo aquilo que julgávamos não existir. “O que (ainda) não existe” – para aqueles que perderam a capacidade de sonhar, de imaginar - é a outra dimensão da Vida; quando narramos aos outros e a nós mesmos, os nossos desejos, utopias, sonhos, impossibilidades e vontades radicais, estamos a criar, como deuses, – no Olimpo da Literatura - aquilo que “não existia”. Também Fernando Pessoa(s) assumia, em termos de Vida-vivida, com mais autenticidade e sentido(s), pelo fingimento e com as máscaras (uma outra forma de imaginar e criar mundos), o primado da Vida-Literatura: “a literatura como toda a arte, é uma confissão de que a vida não basta”.
Escrever, seja o que for, com coerência, paixão, sentido(s) e capacidade de inovação, é cada vez mais difícil; vivemos rodeados de verborreias televisivas e outras de toda a espécie (sobretudo no plano da Educação e Ensino) – arriscamo-nos ao esgotamento e à de(s)ignificação dos rituais, do encanto, dos mistérios e da magia do Ver-a-Ler, das palavras-luz através das quais se vê o mundo – escre(ver) é ver, ver é contar... Recriar o mundo pela narrativa, é talvez uma das tábuas de salvação do Homem (...)».
poesia
«(...) A tentação primeira, perante a leitura de uma qualquer obra poética, deve ser a de nada lhe perguntar pois talvez nenhuma pergunta seja possível. Escreveu Eduardo Lourenço nessa maravilhosa obra chamada Tempo e Poesia: “Compreender a poesia é olhá-la sem a tentação de lhe perguntar nada. É aceitar o núcleo de silêncio donde todas as formas se destacam. A obra vale pela densidade de silêncio que impõe. Por isso os poetas que imaginam dizer tudo são tão vãos como as estátuas gesticulantes”.
Sabemos e sentimos que a Poesia é bem mais do que uma linguagem: energia-cósmica que impele a procura de nós, trilho do Graal, mística, amor, paixão, algo sagrado. No poema, as palavras não são palavras, são “outra coisa” que tem a força e o sentido de uma oração a todos os deuses. Fruir estes poemas-oração, é como descansar serenamente - e por magia - sobre as águas do Mar num dia calmo e ao crepúsculo (...)».
Ângelo Rodrigues
domingo, 31 de Maio de 2009
ROTEIROS... PERCURSOS...

Traçamos itinerários, metas, paragens, inícios, chegadas
Tomamos notas diversas de todos os percursos, com um cuidado extremo
Acumulamos papéis, notas soltas, nuvens de muitos sonhos, estamos então prontos para a nossa partida.
O roteiro está em princípio, completo, a beijar a perfeição.
Esquecemos as memórias, abrimos uma nova página a partir do nada. Iniciamos a viagem. Enchemo-nos de sorrisos.
Damos passos em frente no itinerário da nossa suposta alma.
Subitamente, não encontramos o canto certo para esconder os receios, misturamos ecos, passos, lembranças, saudades, aventuras, demoramos tempo a mais nas paragens não obrigatórias, tornamo-nos tímidos no avançar do nosso itinerário, no suposto roteiro da nossa própria força, a dar pelo estranho nome de «alma».
Tropeçamos aos poucos nas nossas imensas indecisões, afinal, não estamos a seguir as setas, deixamo-nos amolecer no medo de saber sentir.
Seguir em frente… Recuar…Saborear…Entender…Desistir…Recomeçar?
Parar cansa, devora tantos olhares da nossa « alma », pode arruinar abraços, esperas, pode devolver mundos esquecidos, pode trazer de volta o arrepio quente do recomeço…
Uma possível receita para um roteiro feliz…
Deixarmo-nos alienar num roteiro sem qualquer rumo ou paragens obrigatórias, num itinerário alucinante, talvez alienatório, com a devida distância das vozes pesadas da nossa suposta « alma »…
Leonor Bettencourt Bernardo
(poema a incluir no projecto
«ROTEIR(O)S DA ALMA»)
Tomamos notas diversas de todos os percursos, com um cuidado extremo
Acumulamos papéis, notas soltas, nuvens de muitos sonhos, estamos então prontos para a nossa partida.
O roteiro está em princípio, completo, a beijar a perfeição.
Esquecemos as memórias, abrimos uma nova página a partir do nada. Iniciamos a viagem. Enchemo-nos de sorrisos.
Damos passos em frente no itinerário da nossa suposta alma.
Subitamente, não encontramos o canto certo para esconder os receios, misturamos ecos, passos, lembranças, saudades, aventuras, demoramos tempo a mais nas paragens não obrigatórias, tornamo-nos tímidos no avançar do nosso itinerário, no suposto roteiro da nossa própria força, a dar pelo estranho nome de «alma».
Tropeçamos aos poucos nas nossas imensas indecisões, afinal, não estamos a seguir as setas, deixamo-nos amolecer no medo de saber sentir.
Seguir em frente… Recuar…Saborear…Entender…Desistir…Recomeçar?
Parar cansa, devora tantos olhares da nossa « alma », pode arruinar abraços, esperas, pode devolver mundos esquecidos, pode trazer de volta o arrepio quente do recomeço…
Uma possível receita para um roteiro feliz…
Deixarmo-nos alienar num roteiro sem qualquer rumo ou paragens obrigatórias, num itinerário alucinante, talvez alienatório, com a devida distância das vozes pesadas da nossa suposta « alma »…
Leonor Bettencourt Bernardo
(poema a incluir no projecto
«ROTEIR(O)S DA ALMA»)
quinta-feira, 28 de Maio de 2009
«ROTEIR(O)S DA ALMA» - gravuras


Desenho que irá ilustra o trabalho de
ROSABELA AFONSO
Autora: Sara Afonso, 2009
Técnica: Feltro sobre papel
terça-feira, 19 de Maio de 2009
SÉRGIO FONSECA

Texto do poeta Sérgio Fonseca a incluir no «ROTEIR(O)S DA ALMA»
“A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios.
Por isso, cante, chore, dance, ria e viva intensamente,
antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos”.
Charles Chaplin
Vivemos de um sopro, a maior parte dos dias atarefados com o supérfluo, o pouco crível. Iludimo-nos por conquistas vãs, construímos impérios efémeros, estruturas ciclópicas que facilmente se desmoronam com uma leve brisa do vento. Quantas vezes olhamos mas não vemos, confundimos ouvir com escutar, e queremos que prevaleça o Ser pelo Ter. E quando damos por isso, o tempo chora-nos dizendo que fizemos da mentira a verdade de cada dia, que agrilhoámos os sonhos de esperança e centeio, projectando o que resta deles, e de nós, em pregões de ecoadas histórias sem provento.
Não sei se o tempo que vivemos é o quanto baste. Sei que em cada momento do nosso tempo nos encontramos e nos perdemos, vivemos e morremos o tempo. Este tempo e outro tempo. Sei também que em cada momento deste nosso tempo, desenhamos o nosso fim, reanimamos cada princípio, e inventamos o tempo de cada momento. E porque o que somos, somo-lo com os outros, procuremos que cada momento da nossa história inspire outros percursos, que esses outros percursos acalentem outros cursos, pois deles se escreverão as nossas histórias, as nossas memórias.
Que cada um de nós procure no seu horizonte a busca incessante do tudo, sem rejeitar o nada. Que cada um de nos se inebrie com os cintilados raios que iluminam cada átomo da vida, e na proa e popa da sua barca se forjem dias e noites por palavras e actos que transformem os vales de lágrimas e fendas do sofrimento, em albufeiras de água transbordante. Que em cada estrada nossa se evoquem estrofes que denunciam os embriões esventrados de esperança, os sorrisos desfigurados logo ao amanhecer, os homens que nasceram mas não cresceram, que morreram mas não viveram.
Impeçamos que a vida seja apenas uma passagem, e a morte a esperança das inocências perdidas. E quando chegar a penumbra do nosso anoitecer, e o suspiro dos anjos nos adormecer, que adormeçamos com as palavras dos poetas que clamam pelos sonhos dos homens. Que a nossa peça se teatro não termine sem aplausos.
Por isso, cante, chore, dance, ria e viva intensamente,
antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos”.
Charles Chaplin
Vivemos de um sopro, a maior parte dos dias atarefados com o supérfluo, o pouco crível. Iludimo-nos por conquistas vãs, construímos impérios efémeros, estruturas ciclópicas que facilmente se desmoronam com uma leve brisa do vento. Quantas vezes olhamos mas não vemos, confundimos ouvir com escutar, e queremos que prevaleça o Ser pelo Ter. E quando damos por isso, o tempo chora-nos dizendo que fizemos da mentira a verdade de cada dia, que agrilhoámos os sonhos de esperança e centeio, projectando o que resta deles, e de nós, em pregões de ecoadas histórias sem provento.
Não sei se o tempo que vivemos é o quanto baste. Sei que em cada momento do nosso tempo nos encontramos e nos perdemos, vivemos e morremos o tempo. Este tempo e outro tempo. Sei também que em cada momento deste nosso tempo, desenhamos o nosso fim, reanimamos cada princípio, e inventamos o tempo de cada momento. E porque o que somos, somo-lo com os outros, procuremos que cada momento da nossa história inspire outros percursos, que esses outros percursos acalentem outros cursos, pois deles se escreverão as nossas histórias, as nossas memórias.
Que cada um de nós procure no seu horizonte a busca incessante do tudo, sem rejeitar o nada. Que cada um de nos se inebrie com os cintilados raios que iluminam cada átomo da vida, e na proa e popa da sua barca se forjem dias e noites por palavras e actos que transformem os vales de lágrimas e fendas do sofrimento, em albufeiras de água transbordante. Que em cada estrada nossa se evoquem estrofes que denunciam os embriões esventrados de esperança, os sorrisos desfigurados logo ao amanhecer, os homens que nasceram mas não cresceram, que morreram mas não viveram.
Impeçamos que a vida seja apenas uma passagem, e a morte a esperança das inocências perdidas. E quando chegar a penumbra do nosso anoitecer, e o suspiro dos anjos nos adormecer, que adormeçamos com as palavras dos poetas que clamam pelos sonhos dos homens. Que a nossa peça se teatro não termine sem aplausos.
sexta-feira, 15 de Maio de 2009
«ROTEIR(O)S DA ALMA» - gravuras


Desenho que irá ilustra o trabalho de
ISABEL ROSETE
Autor: Mário Branco, 2007
Técnica: Carvão sobre papel
quarta-feira, 6 de Maio de 2009
«ROTEIROS DA ALMA»

Debruçada na janela do meu ser
Sons e tons, sonatas dum momento
A Poesia transforma meu querer
Em harmonia e doce movimento.
Ascende a esplendorosos mundos
Espantos líricos brincam em palavras
São tantos os sentires profundos
Sinopse de tertúlias orvalhadas
“Roteiros da Alma” unem passados
No presente de feiticeiros caminhos
Tormentosos, doces ou plasmados
Aqui ficamos juntos, abraçados
Cintilando esperanças de meninos
Junto ao mar em gestos partilhados.
15 de Maio de 2009
Manuela Silva Neves
Sons e tons, sonatas dum momento
A Poesia transforma meu querer
Em harmonia e doce movimento.
Ascende a esplendorosos mundos
Espantos líricos brincam em palavras
São tantos os sentires profundos
Sinopse de tertúlias orvalhadas
“Roteiros da Alma” unem passados
No presente de feiticeiros caminhos
Tormentosos, doces ou plasmados
Aqui ficamos juntos, abraçados
Cintilando esperanças de meninos
Junto ao mar em gestos partilhados.
15 de Maio de 2009
Manuela Silva Neves
terça-feira, 5 de Maio de 2009
AUTORES SELECCIONADOS

CONTO
Amândio Martins
Rosabela Afonso
João Brito Sousa
Maria Helena Alho
V. Capela Batista
Gracinda Valente Pontes
Arnaldo Guedes
Sara Madaleno
João Gama
Teresa Santos
POESIA
Isabel Rosete
Sérgio Fonseca
Leonor Bettencourt Bernardo
JCPáris
Paula
José Branquinho
Maria Helena Dinis Prata Tomás
Manuela Silva Neves
Júlia Brimbela
Maria Albina Martinho
Amândio Martins
Rosabela Afonso
João Brito Sousa
Maria Helena Alho
V. Capela Batista
Gracinda Valente Pontes
Arnaldo Guedes
Sara Madaleno
João Gama
Teresa Santos
POESIA
Isabel Rosete
Sérgio Fonseca
Leonor Bettencourt Bernardo
JCPáris
Paula
José Branquinho
Maria Helena Dinis Prata Tomás
Manuela Silva Neves
Júlia Brimbela
Maria Albina Martinho
domingo, 1 de Fevereiro de 2009
«ROTEIRO(S) DA ALMA»

Em breve colocaremos aqui os autores e outras informações sobre esta nova colectânea do DNA da Editorial Minerva a publicar - em princípio - em Junho ou Setembro de 2009. Esteja atento e sonhe connosco este novo projecto da Editorial Minerva.
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